quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lista de Tarefas no Trabalho, Vale a Pena Fazer?


Brasileiros são os que mais listam o que precisam fazer diariamente no expediente. Mas isso os torna mais produtivos?


O hábito de colocar a vida em listas pode até ser mais coerente com a cultura do lado norte do continente, mas, acredite se quiser, segundo pesquisa recente do LinkedIn, os brasileiros são os que mais administram o tempo no expediente em listas.
Segundo o levantamento divulgado pela rede social profissional, 73% dos profissionais que atuam no país se valem deste método para tornar a rotina de trabalho mais organizada. Mas até que ponto fazer listas de tarefas diárias pode tornar você, realmente, mais produtivo?
“É importante diferenciar a ferramenta do método. Não é porque faço uma lista de tarefa, que sou mais produtivo. A lista é uma ferramenta, como o lápis também é”, afirma Christian Barbosa, da consultoria de gestão de tempo Triad.
E ter um lápis, definitivamente, não faz de você um escritor. Da mesma forma que “fazer lista não é planejar”, diz o especialista. O problema, segundo ele, é que a maioria dos brasileiros utilizam mal o recurso.
Confira os erros mais comuns:
1º - A lista foca apenas no dia seguinte
Principal deslize na hora de colocar a vida profissional em listas? Organizar apenas com foco no curto prazo. “As pessoas listam o que têm que fazer apenas no dia seguinte”, diz Barbosa. “Você só pensa hoje ou no amanhã. Com isso, não consegue se antecipar em nada”.
Como ser mais eficiente? Planeje, no mínimo, os próximos três dias de trabalho. Dividir suas tarefas num prazo de tempo mais longo permite uma agenda mais flexível e sujeita aos imprevistos típicos do seu trabalho.
2º - A lista é extensa demais
Com base no comportamento dos usuários do aplicativo Neotriad, desenvolvido pela companhia que preside, Barbosa afirma que os brasileiros exageram na dose de tarefas diárias. “O brasileiro pensa que é super-homem e ‘acha’ que dá para fazer a tarefa. Já o americano ‘faz’ o que dá”, diz. “Neste ponto, o brasileiro é inconsequente”.
Como ser mais eficiente? Não atole sua agenda de tarefas diárias. Ao contrário. Abra espaço para imprevistos. Se você trabalha oito horas por dia, por exemplo, comprometa apenas de quatro a cinco horas.
3º - A lista é subestimada
Por outro lado, apesar de se valer de listas ao longo do expediente, muitos mantém também o hábito de abandoná-la conforme as horas se passam. “A lista é até feita, mas não é acompanhada”, diz o especialista. Então, por que fazer?
Como ser mais eficiente? Se você seguiu os outros itens (ou seja, planejou até três dias e liberou espaço para o imponderável) terá condições de sobra para, ao longo do dia, ampliar e revisar sua lista de afazeres.
4º - A lista não muda ao longo do dia
E, neste ponto, caímos em outro erro sério de quem usa listas de um jeito, digamos, pouco eficiente: mantê-la intacta durante todo expediente. Sem mudanças – e não estamos falando de riscar as tarefas já feitas. "Os usuários americanos do Neotriad costumam mudar a lista ao longo do dia, reforçando as tarefas planejadas ou adicionando outras”, diz.
Como ser mais eficiente? Anote todas as tarefas que você precisa fazer ao longo do dia – mesmo as imprevistas.
5º - A lista não é o único recurso
“Tem gente que usa post-it, envia e-mail para si próprio e ainda faz a lista. Ou seja, a lista é apenas parte dos afazeres”, afirma o especialista. O problema com esta prática? Além da desorganização típica, você nunca terá uma visão do todo.
Como ser mais eficiente? Se seu método preferido é fazer listas. Siga apenas este recurso e ponto. E em um único lugar. Nada de usar o Google Tarefas, a agenda convencional e outros aplicativos para anotar suas tarefas. “Para funcionar, tem que ter uma central”, diz Barbosa.


Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/vale-a-pena-realmente-fazer-listas-de-tarefas-no-trabalho

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Cloud está mudando o papel do CIO


CIOs terão de se concentrar em mais do que apenas manter funcionários conectados, eles também têm que garantir que os produtos de suas empresas e instalações possam ter acesso em tempo real

A economia da Internet está tornando os departamentos de TI mais centrais do que nunca para o sucesso empresarial, mas também está colocando os CIOs sob pressão para entregar mais com menos.
Essa pressão só vai aumentar à medida que novas tecnologias como cloud, colaboração e mobilidade criam uma força de trabalho que está ligada à empresa na base 24/7, disse o CTO da Cisco, Padmasree Warrior, durante uma apresentação no Interop IT Conference, em Las Vegas .
“Os CEOs agora esperam que a TI proporcione um crescimento rentável e agilidade nos negócios”, avalia o executivo. “O papel do CIO está mudando.”
Warrior afirma que a convergência da nuvem e a mobilidade vão guiar o novo estilo de trabalho colaborativo que combina texto convencional e ferramentas de mensagens com doses pesadas de vídeo em tempo real. “A prioridade número um para os CIOs ao longo dos próximos anos será de vídeo”, disse o executivo, acrescentando que o uso de vídeo online deve quadruplicar nos próximos dois anos.
Os CIOs terão de se concentrar em mais do que apenas manter funcionários conectados, eles também têm que garantir que os produtos de suas empresas e instalações possam acessar análises em tempo real e falar uns com os outros – o envio de mensagens, quando os estoques estão baixos ou aproveitar os dados para prever avarias. “A Internet das coisas já está aqui.”
Enquanto facilita novos modelos de negócios, e oferece aos CIOs uma voz mais alta na suíte executiva, essas tendências também irão adicionar uma pressão considerável para as áreas tradicionais de TI, como rede e segurança. “Isso cria um requisito fundamental para a gestão de risco”, considera.
Ao mesmo tempo, Warrior nota que os CIOs são esperados para facilitar esses novos paradigmas, de forma segura, em um ambiente de boa relação e custo-consciente. O executivo conta que os gastos global com TI deverão se manter planos ou para baixo para os próximos anos.
A Cisco está reagindo a essas novas demandas por repensar a sua abordagem para a rede. Em uma época em que Warrior chama de “colaboração imersiva”, as redes precisam ter visibilidade, consciência, segurança, agilidade e capacidade de gerenciamento.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Três áreas em que os CIOs podem ajudar suas empresas


Período pede atitude precisa de liderança e executivos de TI têm em mãos informações e estilo que podem render contribuições valiosas às corporações
Em recente evento que antecede os debates a serem realizados durante o Ciab, a participação do líder de pesquisas do Gartner no Brasil, Cassio Dreyfuss, serviu para provocar os líderes de TI. Embora, na ocasião, ele tivesse preparado algo para os CIOs do setor financeiro, os aconselhamentos se aplicam aos gestores de qualquer segmento econômico. As companhias vivenciam um ambiente de alta complexidade que, no caso do Brasil, mistura: crescimento econômico, incorporações, fusões, ou seja, um ambiente com informações e forças variáveis que pedem análise minuciosa.
Ter tempo para avaliar cada pilar é praticamente impossível, assim, é preciso escolher bem e seguir um plano de execução. Soma-se a todas às variáveis, movimentos tecnológicos como cloud, mobilidade e a tão falada socialização das empresas que, juntos, convertem-se em ferramentas interessantes para que o CIO possa assumir a liderança de algumas iniciativas.
Definitivamente, o que o CIO tem a oferecer às empresas? Dreyfuss não titubeia ao dizer: arquitetura de informação, redes de processos de negócio e infraestrutura de operações. “Ele tem isso e pode assumir a liderança nessas horas”, afirma. Assim, o especialista apontou três áreas onde os gestores de TI podem fazer a diferença ao lançar uso do ferramental que já possui. Confira:
Custo
Aqui, Dreyfuss frisa que o foco não está no corte, como muitos tendem a encarar iniciativas envolvendo custo. “Administre, há iniciativas de todos os tipos, o que é mais efetivo do ponto de vista do negócio.” O líder do Gartner entende que o gestor de TI tem munição para encontrar um equilíbrio em preço, desempenho, valor para o negócio e riscos.
Inovação
“Trata-se de um processo empresarial, não é algo que acontece nas entranhas da TI, só acontece quando empresa adota nova maneira de fazer as coisas apoiada nas iniciativas de tecnologia”, ensina, trazendo a velha discussão de que o CIO não pode ficar fechado em um silo, ou mesmo se achando o único ser capaz de inovar. Para Dreyfuss, o executivo de TI pode contribuir para equilibrar a abordagem de descoberta da TI com o avanço da empresa. “Foque no objetivo e no processo, use a colaboração e desenvolva processos”, aconselha.
Mudança
Como lembra Dreyfuss, tudo exige mudança. “Publicamos um relatório propondo que o CIO também é qualificado para liderar o processo de mudança empresarial, ele equilibra exigência de mudança, pressão, com desejo natural por estabilidade”, analisa.
“Esses são três exemplos de como o CIO pode ser líder de iniciativas empresariais. Tecnicamente, o CIO tem isso e pode liderar, sabe gerir projetos e programa, conhece processo, informação e infraestrutura, e, o mais importante, é a capacidade de juntar pessoas diferentes para trabalhar de forma colaborativa na solução de problemas, essa é a grande contribuição que a TI pode dar”, teoriza.
Onde melhorar?
Apesar de toda a confiança depositada nos executivos de TI, Dreyfuss sabe que isso não é tarefa fácil e avisa que, de forma geral, o CIO precisa evoluir num ponto que é essencial, sobretudo, nesse momento de mudança acelerada pelo qual passa o ambiente empresarial: visão estratégica.
“Os presidentes reclamam da visão de negócio dos gestores de TI. Um segundo ponto necessário é acostumar-se com visão de negócio de avaliar risco contra cultura da organização e levar para frente iniciativas”, avisa. Assim, ele conclui dizendo que o CIO precisa adquiri capacidade de comunicação e marketing, ao entender que, em geral, o profissional de TI tem deficiência de comunicação e “acha que solução técnica comunica sua beleza. Para se tornar líder empresarial de fato, precisa sair da caixa de tecnólogo e se voltar às pessoas, liderar grupos e gerir problemas”.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Profissional de TI: saiba como superar o estresse do trabalho!


Considere estes conselhos para rejuvenescer sua carreira em TI e voltar à jornada com entusiasmo

Mais e mais profissionais de TI estão fartos de seus empregos e da constante pressão de ter que fazer milagres com os recursos cada vez mais limitados.
“Com a situação econômica, e os departamentos de TI tendo que fazer mais com menos, vimos um pequeno aumento no número de profissionais de TI que estão ficando cansados”, observou Rachel Russell, diretor da TEKsystems, fornecedora de soluções e serviços de TI. “Em alguns casos, eles estão mesmo um pouco ressentidos por causa da quantidade de trabalho que tem que assumir, a fim de manter as luzes acesas em sua organização. Eles estão cansados.”

Russell oferece seis dicas para os profissionais de TI deixarem a síndrome de burnout (condição consequente a prolongados níveis de estresse no trabalho) e voltarem a trabalhar com gosto. Deixe a dor cicatrizar.

1. Pergunte a si mesmo se você está estressado ou simplesmente recebendo um honesto feedback.

Todos os funcionários de TI têm um mau dia ou dois, ou três. Mas o ajuste ocasional não é motivo para preocupação. Pelo contrário, é importante determinar se os sentimentos negativos que você está abrigando são uma falha temporária ou uma companheira constante. “Um indicador é o tempo que o estresse está sendo transportado”, disse Russell. “Todo mundo passa por momentos de alto estresse, mas é preciso avaliar se é um tipo consistente de ansiedade que o empregado tem vindo a desenvolver dentro da empresa.”

2. Conheça a ti mesmo.

Goste ou não, existem algumas personalidades que são simplesmente mais suscetíveis a síndrome burnout. Portanto, antes de culpar um gerente de TI ou exigir uma implantação desastrosa de sentimentos de burnout, você deve olhar mais profundamente o seu interior. “A personalidade de querer agradar, não ser bom em dizer não – essas pessoas tendem a se embebedar”, alertou Russell. “Há muito trabalho a ser feito lá fora, e se você não sabe como empurrar ou efetivamente lidar com as suas prioridades, você vai ficar sobrecarregado. Além disso, pessoas com mais de uma tendência cínica de sua personalidade pode alcançar burnout. Esta falta de positividade pode ser drenada e levada a um rápido esgotamento.”

3. Explore a sua empresa.

Quando você está sofrendo de esgotamento profissional, é fácil se sentir como se não há escapatória. No entanto, muitas vezes a resposta está bem debaixo do seu nariz. “É importante que os funcionários conheçam as oportunidades que existem fora do seu grupo e de sua equipe de TI”, disse Russell. “Dessa forma, eles saberão se as frustrações que eles estão sentindo realmente prevalece em toda a empresa ou somente em seu departamento ou área.”

4. Reacenda sua paixão.

Você está sobrecarregado com um recente projeto de ERP? Ou você já não está inspirado por aquilo que você faz para viver? Se os seus deveres do dia-a-dia estão ficando chatos, talvez seja hora de mudar completamente de carreira. “Quando os profissionais de TI começam a sentir o fim da paixão pelo que fazem e não conseguem pensar em novas maneiras de inovar, ou eles tentaram inovar muitas vezes sem sucesso, então é hora de olhar para outras oportunidades”, aconselha.

5. Volte para a escola.

Síndrome de Burnout às vezes pode ser um caso de desenvolvimento estagnado. Por esta razão, Russell recomenda que os profissionais de TI mantenham suas habilidades atualizadas. “Você tem que ficar apaixonado e sentir que você está aprendendo novas coisas”, disse. “Há tantos diferentes treinamentos e certificações de aprendizagem por aí – você pode se inscrever em cursos presenciai ou online, apenas mantenha o ritmo e se sinta como sendo uma excelente opção ao empregador.”

6. Tire uma semana de folga. Sério.

“Se desligue”, diz Russell. Sem smartphone, sem acessar e-mail corporativo, sem atender ou fazer chamadas telefônicas.



Fonte: http://informationweek.itweb.com.br/7883/profissionais-de-ti-saiba-como-superar-o-estresse-do-trabalho/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Case de Sucesso


No inicio deste ano, tivemos mais uma vez nosso trabalho reconhecido por grandes parceiros e não poderia ser diferente, nos empenhamos o ano todo para atender com excelência nossos clientes.
Abaixo, compartilho com vocês a matéria divulgada no Café Partner Brasil - Blog da Microsoft no Brasil.



Com BPOS e SharePoint, Geneses IT cria projeto inovador em parceria com Niteo para a RSI Informática.

A Geneses IT Consulting já está presente no mercado paulistano há mais de 15 anos, provendo integração de soluções que vão desde a venda de licenças até a entrega de datacenters. Há pelo menos 10 anos, a Geneses atua com soluções da Microsoft, destacando-se pelo pioneirismo na implementação de novas tecnologias e pela credibilidade na oferta de licenciamentos Microsoft para empresas de todos os portes. “Somos uma das maiores revendas de contratos Open e Open Value do Brasil em cidades do interior, principalmente na região de São Paulo e temos implementações bem sucedidas em todas as áreas”, afirma Felipe Moreno, gerente de pré-vendas Microsoft da Geneses.


À esquerda Felipe Moreno - Gerente de Pré-vendas Microsoft,
À direita Jairo Brito - Diretor Executivo

Os resultados são consequência do constante investimento em capacitação efetuado pela empresa e do contínuo interesse em ampliar as oportunidades de mercado em diferentes segmentos de atuação. “Conseguimos consolidar recentemente a competência Gold em Volume Licensing, uma conquista de grande valor para nossos negócios. Também estamos investindo mais na capacitação em nuvem, aderindo ao programa Cloud Accelerate e apostando na oferta de Office 365”, aponta Moreno. “O processo de aceleramento de nosso crescimento teve início com a adesão do programa Practice Accelerator oferecido através do Microsoft Partner Network. Participamos de alguns eventos online, principalmente sobre BPOS, SharePoint e Exchange e a Microsoft solicitou-nos um feedback de aprendizado e aplicação do conhecimento no dia a dia. Essa pesquisa evidenciou claramente que conseguimos aumentar nossa rentabilidade e melhorar a entrega de nossos serviços por meio desses treinamentos, garantindo qualidade e eficiência.  Foi então que nos engajamos no programa Cloud Accelerate, entrando fortemente na especialização em Office 365”, explica.

Os treinamentos foram fundamentais para ampliar as possibilidades e atingir novos horizontes. “Os treinamentos do Practice Accelerator fornecem conteúdo técnico e comercial de altíssima qualidade, que servem de alicerce para que a equipe de colaboradores possa analisar as possibilidades, encontrar novas oportunidades, vender de acordo com as necessidades e entregar projetos de qualidade utilizando as soluções da Microsoft”, diz o gerente.

Os argumentos de Moreno ficam evidentes quando analisamos o projeto desenvolvido para a RSI Informática, uma das maiores empresas de teste e qualidade de software do Brasil. “O pessoal da RSI precisava de uma alternativa flexível e escalável para atender sua demanda de e-mails, que pudesse estreitar a comunicação entre as equipes de suas filiais, apresentando dinamismo na interatividade e troca de arquivos. E o mais importante: essa solução deveria ser obrigatoriamente implementada na nuvem, visto que não havia possibilidade alguma de utilizarmos soluções on-premise”, explica. “Fizemos imediatamente uma proposta de utilização do BPOS e junto à Niteo, parceiro que conquistamos por intermédio da Microsoft no último WPC, apresentando um projeto integrado que atendia as necessidades atuais da RSI agregado à interface do SharePoint Online”, complementa.

A aplicação mostrou-se funcional, provendo resultados expressivos para o cliente. “O projeto reduziu os custos da RSI Informática, além de ter aumentado consideravelmente a produtividade das equipes que trabalham com núcleos específicos de base de conhecimento no SharePoint, por meio de uma base unificada alimentada por todas as filiais. O produto entregue é extremamente inovador e não só conseguiu solucionar as necessidades da RSI, como também apresentou uma forma intuitiva de utilização que os surpreendeu”, indica o gerente. “Já estamos planejando uma transição dessa solução para o Office 365, com o intuito de aumentar ainda mais a produtividade e entregar uma tecnologia pioneira”, revela.

Para Moreno, o formato inovador do Office 365 abre muitas oportunidades de negócios sem limitar a criatividade dos desenvolvedores. “O Office 365 tem pontos fortíssimos. Hoje, grande parte das empresas não quer mais ter servidores internos, pois há custos elevados em manutenção. As estruturas em nuvem são cada vez mais procuradas e o mercado estava carente de uma opção que pudesse suprir essa demanda. O Office 365 transmite essa confiança, tem boa produtividade, é colaborativo e fornece grande disponibilidade levando-se em consideração o suporte da Microsoft para Exchange Online, por exemplo”, afirma.

No próximo ano, a Geneses deverá investir ainda mais nessa ferramenta. “Esperamos aumentar a demanda de negócios com Office 365 no próximo ano e ampliar nosso campo de atuação”, confirma Moreno. “Também deveremos focar um pouco mais no Windows Intune, que já nos apresenta uma demanda considerável, e que deverá aumentar no próximo ano. Mas isso é conversa pra outro case, não é mesmo?”



Por Juliana Venancio
- Marketing Gêneses IT

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Um ciclo que se encerra


Uma das cenas marcantes na vida é um garotinho que vai ao futebol acompanhado do pai ou da mãe e tenta dar o seu melhor para impressioná-los. Então ele dribla todo mundo e marca um golaço. E lá está o pai olhando orgulhoso e aplaudindo.  Igualmente marcante é quando alguém recebe um diploma e o dedica publicamente ao pai ou à mãe. Cenas assim fazem parte de um ciclo de nossas vidas. Temos alguém para mostrar nossos troféus.  Somos crianças, eternas crianças!
O mais importante ciclo.


A vida e o mundo eram meus campos de futebol e meu querido pai estava sempre lá torcendo ardentemente. Quando me machucava, ele sangrava junto, sofria junto. E quanto eu marcava um gol, lá estava ele também vibrando muito comigo. Eu fiz muitos gols maravilhosos. Tenho muitos ainda a fazer. Estava aprendendo com ele as táticas infalíveis  para ser sempre vitorioso, táticas muito simples, mas difíceis de pôr em prática.

Neste domingo último, eu olhei para a plateia e o torcedor preferido não estava mais lá! Estou atônito e sem chão. Ele não está mais me vendo jogar. Foi tirado de cena, alguém não permitiu que ele entrasse mais no jogo da minha vida. Encerra-se um ciclo em minha vida.


Não tenho mais meu orientador, meu torcedor predileto para vibrar comigo, para gritar, para me aplaudir e para me corrigir sempre que eu precisar. Meu pai se foi. Minha criança interior está chorando muito, está sangrando e não há quem consiga estancar esta dor. Estou pedindo isso ao Pai eterno de todos nós. Mas ainda estou em prantos.  Acabou-se um ciclo mágico em minha vida.  Se hoje me perguntassem o que eu mais quero na vida, minha resposta imediata seria: ter a chance de dar mais um abraço e um beijo no meu velho pai. Jogar conversa fora com ele, ele era politizado. Falávamos muito sobre governo, sobre negócios,  sobre histórias do dia a dia.

Mas isso não é possível, sei disso. Não haverá quem me faça essa pergunta e principalmente quem possa me conceder esse desejo. Contento-me com a última lembrança. No final do ano, Deus me iluminou. Pedi para que trouxessem meu pai do interior para passar o final de ano conosco. E no primeiro dia do ano fui levá-lo até seu o sítio, no interior de São Paulo. Foi uma viagem agradável. Conversamos o tempo todo, quase 3 horas de viagem. Eu partiria para minhas férias no dia seguinte com minha esposa e filho. Tive então o privilégio de viajar com meu paizinho pela última vez. Ao voltar de viagem liguei para ele e combinei de reencontrá-lo para pôr a conversa em dia. Mas não deu tempo! No sábado 21/01 ele morreu sozinho em seu sítio, à noite.

Quem me dera poder dar mais um abraço nele. Conversar uma vez mais. Este momento me remete a escrever e compartilhar com meus amigos, clientes, pessoas que conheço e até mesmo quem não me conhece. O que se pode aprender de algo tão triste, de uma ferida tão significativa. Talvez nada mais que o óbvio que esquecemos e renegamos a todo momento: amar mais as pessoas. Abrace seus entes queridos, beije-os constantemente, ligue, converse, procure, demonstre o seu amor. Aproveite cada final de semana possível, lute para que todos sejam possíveis. Fique junto o quanto puder, porque a qualquer momento esse ciclo se encerrará, isso é certeza. E nesse momento suas boas lembranças valerão ouro e ajudarão a aplacar a dor.

Sabe aquele amigo ou amiga que você não vê há tempos? Ligue para ele ou vá visitá-lo, se realmente você o ama e é importante para você. Há um ano eu quis fazer uma surpresa para uma amiga que mora muito longe da minha cidade. Já não nos falávamos há tempos. Mas eu nunca a esquecera. Como eu estava na região da cidade dela, quis chegar até a sua casa. Bati palmas e alguém atendeu, pedi para chamá-la, mas a pessoa me disse que ela havia morrido de câncer já tinha alguns anos. Fiquei mal por alguns dias. Isso já aconteceu mais de uma vez comigo. E cada vez mais acontece com todos nós.

Temos sentimentos, amamos as pessoas, os amigos, gostamos de reencontrá-los, de saber como estão, de ouvir suas histórias, sua evolução. Mas estamos tão sufocados por obrigações e pela competição da vida, que cada vez temos menos tempo. Nossa mente está cada vez mais cheia de negócios, negócios e negócios. Queremos conquistar, crescer,  ganhar dinheiro, e fazemos isso de maneira indiscriminada, impensada, na maioria das vezes deixando de lado o melhor: observar e curtir cada momento com quem amamos. Ser amado e amar pessoas é uma dádiva à disposição de todos nós, para qual costumeiramente colocamos uma condição: antes de curtir a vida com quem amamos, queremos trabalhar duro e focados para estarmos mais tranquilos e estabilizados, na ilusão de que depois cuidamos dos relacionamentos. É uma grande ilusão.

Pensando hoje, com a ferida aberta, não tenho como chegar a outra conclusão: ficar perto de quem ama sempre em primeiro lugar. Nenhuma conquista tem valor quando você está carregando a alça do caixão da pessoa que você mais ama no mundo.

Forjado nas dificuldades, meu pai se orgulhava de todos os filhos. Cuidou de todos nós com muito esforço e teve a alegria de ver os 12 filhos crescidos e seguros. Eu também tenho muito orgulho dele. Sempre terei como referencial o legado que ele nos deixou: simplicidade, honestidade, lealdade, verdade sempre, amor à família e cuidado pelo nome. Sem mãe desde os 19 anos, a morte do meu pai fecha realmente um ciclo fundamental na minha vida.

Estou reunindo forças para continuar lutando, em memória daquele que hoje eu chamo de meu HERÓI.  Mesmo não o vendo, sentirei sua presença sempre e guardarei seu legado comigo. O jogo continua! Um lugar estará eternamente vago na minha plateia.



Pai, eu te amarei eternamente!

Jairo Robson Soares Brito

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Hotel Palestine, o alvo de Bush.

Nero incendiou Roma. Enquanto a cidade queimava, ele tocava lira. Era doido.  Osama Bin Laden mandou e George W. Bush obedeceu, incendiando o mundo, destruindo a reputação de uma nação, matando milhares de inocentes, usando a mentira para justificar uma ação inconcebível. Enquanto os Estados Unidos se destruíam de graça, Bin Laden aplaudia. Ele conseguiu afundar uma nação poderosa em dívida e em um poço moral sem fundo.  Em uma das conversas de Bin Laden ele dizia “Vamos falir os Estados Unidos”. O Bush aceitou prontamente.


Tenho para mim que o rosto do Bush pai na recepção do hotel Palestine, em Bagdá, foi de fato a razão da “birrinha” do Bush filho, que deve ter ouvido do pai o pedido/ordem para que tirassem essa vergonha da família. O Saddam Hussein era um cara criativo, além de psicopata, lógico, mandou estender um tapete enorme na recepção do principal hotel de Bagdá depois da Guerra do Golfo. Todo mundo “pisava na cara do homem”. Claro que o Bush, como filho devoto, foi lá tirar o tapete e resolver outras questões também. 11 de Setembro não tinha nada a ver com o Iraque, como todos sabemos.
Mas, atendo-se à questão humana dos atores desses episódios, e deixando de lado as razões comerciais, tudo isso parece guerrinha de criança. Um bate, o outro revida. O Bin Laden bateu, o Bush revidou. Essa analogia foi reforçada por Richard Clarke, que foi o chefe da segurança antiterrorista de quatro presidentes dos EUA (Reagan, Bush pai, Clinton e Bush filho). Ele chegou a fazer a analogia que o Bush é como uma criança que chega à escola nova e na primeira semana apanha de um aluno. Então ele revida aquela agressão, mas estende a agressão a outros valentões da escola, para impor o medo o e o respeito. Ele obviamente estava falando dos 8 meses de governo Bush, e a invasão do Iraque  apenas para mostrar ao mundo que era durão. Ele fez tudo isso no Oriente Médio para mostrar que com os EUA não se mete. Errou feio.  Fortaleceu o Irã, que deveria ser invadido e destroçado, não o povo, mas o psicopata instalado no poder.

Os próprios agentes americanos e várias alas do governo foram contra a invasão. Mas Bush, desconsiderando tudo ao seu redor, fez prevalecer sua birrinha e os interesses americanos. O resultado: 100 mil iraquianos mortos, torturados, muitas execuções, milhares de famílias destruídas, inclusive as de soldados americanos, trilhões de dólares gastos e um país questionado até em sua capacidade de honrar compromissos, tendo um terrível desvio de conduta e distorção de valores ao torturar, matar, mentir, forjar. Os EUA eram um exemplo para o mundo inteiro. Bin Laden conseguiu o que queria: destruir a capacidade econômica dos Estados Unidos.  Ele apostou exatamente na arrogância dos americanos, que se achavam invencíveis e inatingíveis. O mundo poderia ter tomado outro rumo. Os americanos poderiam estar muito melhores hoje, se não tivessem permitido a insanidade da guerra desnecessária. O problema são as armadilhas que os povos acabam caindo. Quando uma nação está debilitada, é fácil se aproveitar e manipular as massas. Exemplo claro é a Alemanha da década de 1920. Todos sabem do resultado. A história se repete sempre. Dez anos depois daquela manhã de sol em NY, estamos aqui revivendo tudo.  É muito forte e recente ainda. São muitas as lições tiradas dessa tragédia que afetou e afeta a todos nós.
Acompanhei intensamente  a programação nesses últimos dias sobre o 11 de setembro. Ouvi várias coisas sensatas, mas algumas se destacaram para mim: Príncipe Charles, a importância do perdão. Papa Bento XVI, resista a tentação do ódio e da vingança. Barack Obama, Deus é nosso refúgio e fortaleza. Ele está conosco (Salmo 46).
Todos os dias temos decisões a serem tomadas, pequenas ou grandes, não importa. Essas decisões afetam pessoas, afetam a nós mesmos e, como uma semente que é plantada, inevitavelmente nascerá. Os frutos são eternos. Por que não pensarmos mais no dia a dia para viver melhor? Acolher é sempre melhor que reprimir e adestrar. Perdoar é melhor que se vingar. Pensar e ouvir conselhos é melhor que agir por impulso. Ansiamos por tempos de paz e tranquilidade.

                                                                                  Jairo Brito